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Petrobras, Vale e Oi vendem ativos para gerar caixa e superar crise

Com endividamento elevado e um plano de investimento robusto pela frente, três das maiores empresas brasileiras de infraestrutura — Petrobras, Vale e Oi — estão seguindo a mesma receita: venda de ativos. Afetadas pela desaceleração global e pela desvalorização do real, cada uma à sua maneira, elas vêm apertando os cintos para aumentar receitas enquanto veem seu valor de mercado despencar.

Este ano, as três gigantes já perderam R$ 100 bilhões na Bovespa. Nas próximas semanas, quando divulgam resultados do 2º trimestre, as companhias seguem no radar dos investidores. A previsão é de quedas nos lucros.

A lista de ativos vendidos — para fazer caixa e focar no prioritário — é extensa. Nos últimos meses, a Petrobras se desfez de metade de seu portfólio na África, além de campos no Golfo do México e no Brasil. Tenta ainda vender ativos na Argentina e no Japão. A Vale desistiu de um projeto na Argentina e passou à frente minas na Colômbia, enquanto prepara a venda de sua participação em uma produtora de bauxita e busca sócios para sua empresa de logística. A Oi já passou o direito de uso de mais de 6 mil torres pelo país este ano e acaba de vender sua rede de cabos submarinos. Juntas, as empresas arrecadaram até agora pelo menos R$ 11 bilhões.

Há um problema generalizado de caixa por causa de uma menor demanda por commodities e serviços. Muitas empresas no Brasil passam por esse momento. É reflexo da crise global e do baixo crescimento do país. A saída é vender ativos que não geram valor e fazer caixa. A dúvida é saber se as vendas estão sendo feitas pelo preço ideal — diz Istvan Kasznar, economista da Ebape da Fundação Getulio Vargas. Segundo Luis Gustavo Pereira, estrategista da corretora Futura, o desempenho das empresas está diretamente ligado à atividade econômica: — É um momento frágil, pois elas têm de preservar caixa e fazer investimentos cruciais para sua sobrevivência.

As empresas vêm reduzindo custos — só a Petrobras tem plano de cortar R$ 4 bilhões em 2013. Alexandre Espírito Santo, professor de economia do Ibmec-RJ, lembra que as perspectivas são desafiadoras: a Petrobras sofre com as paradas programadas das plataformas e não consegue repassar ao preço da gasolina no Brasil os valores que paga no exterior. Por isso, para evitar prejuízo no trimestre, mudou sua contabilidade, permitindo também o reajuste dos ativos em dólar.OG 28/07

Fonte: OG 28/07/13
Data da Publicação: 01/08/2013
Código de referência: 836


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