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Guerra de cremes dentais eleva vendas
A venda de cremes dentais rompeu a estagnação e cresceu 2,9% em volume e 1,7% em valor em 2011, segundo dados da consultoria Nielsen apurados até outubro. O avanço, para um produto que já é comprado pelo menos uma vez ao ano por todas as famílias brasileiras, foi puxado por um movimento da concorrência. Mais nova nesse mercado, com Oral B, a Procter & Gamble (P&G) reforçou a venda de pacotes promocionais ao longo do ano, no que foi seguida pela líder Colgate-Palmolive, dona das marcas Colgate e Sorriso. O preço médio da categoria caiu 1,2%, descontada a inflação. Em 2009 e 2010 o mercado de cremes dentais ficou estagnado, com R$ 1,65 milhão em valor de vendas, segundo a Nielsen. O Brasil é o terceiro maior mercado do mundo para o item em valor, atrás apenas de Estados Unidos e China, de acordo com a consultoria internacional Euromonitor. A Colgate-Palmolive permanece como líder absoluta. Fechou 2010 com 69% de participação, seguida de Unilever, dona da Close Up, com 19%, e da P&G, com 5%. Dois anos depois de ter estendido a marca Oral B para cremes dentais, a P&G despertou o mercado e acirrou a disputa por clientes. "O reflexo foi maior em 2011, quando as promoções passaram a ter volume muito significativo. Hoje, elas são praticamente obrigatórias para qualquer player nesse mercado", diz o analista de mercado da Nielsen, Arthur Oliveira. Antes da entrada da P&G, as promoções eram menos comuns e ocorriam dentro da própria categoria. Oral B levou às gôndolas os pacotes em que o creme dental é brinde na compra da escova. Diante do poder de fogo da P&G, a líder no Brasil também passou a fazer descontos na venda combinada. No mundo, a P&G somou cinco vezes o faturamento da Colgate-Palmolive no terceiro trimestre de 2011 e tem focado esforços no mercado brasileiro. Até outubro 17% dos cremes dentais comprados no país faziam parte de uma embalagem promocional, segundo a Nielsen. Em 2010, quando esses pacotes já começavam a ganhar volume no mercado, o índice era de 14%. "Todo o volume adicional comprado em 2011 veio de embalagens promocionais", diz Oliveira. A Euromonitor ainda não tem dados de participação de mercado para 2011, mas a P&G afirma ter crescido 195% em valor de janeiro a novembro de 2011, na comparação com o mesmo período de 2010. Para fugir da guerra de preços, que comprime as margens, as fabricantes têm procurado adicionar atributos ao creme dental, com lançamentos em geral mais caros do que o creme básico. No segundo semestre, a Colgate-Palmolive lançou um creme que promete dentes mais brancos em uma semana. A Oral B lançou dois novos itens, que prometem prevenção de gengivite e proteção para dentes sensíveis. A Close Up agregou ao portfólio um produto que promete proteção duradoura contra o mau hálito. Sem participação expressiva no mercado, a Glaxosmithkline, mais focada no mercado de dentes sensíveis, reforça o portfólio em março, com uma promessa de estímulo à regeneração óssea. Segundo a consultoria Kantar Worldpanel, 90,4% dos usuários do creme sem benefício ainda mantêm exclusividade ou lealdade a ele, mas cresce a experimentação na categoria. "Os consumidores estão dispostos a pagar um pouco mais pelos cremes com benefício claro", diz a diretora comercial da Kantar, Christine Pereira.Valor B5
BNDES cria programa para estimular produção de etanol
O BNDES criou um novo programa para incentivar a produção de cana-de-açúcar por meio de financiamentos à renovação dos canaviais antigos e à ampliação da área plantada. O BNDES Prorenova tem orçamento de R$ 4 bilhões, com vigência até 31 de dezembro deste ano, e, segundo o banco, espera-se que os recursos possam financiar a renovação ou ampliação de mais de 1 milhão de hectares de cana-de-açúcar. Com o aumento da disponibilidade de matéria-prima, a expectativa é que a produção de etanol aumente de 2 a 4 bilhões de litros entre 2013 e 2014, o que representaria um crescimento de mais de 10%, em relação à safra atual. As operações do BNDES Prorenova serão indiretas e, para as empresas com receita operacional bruta igual ou superior a R$ 90 milhões, a taxa de juros é composta de TJLP, atualmente em 6% ao ano, mais 1,3% de remuneração básica do BNDES. Há ainda a taxa de intermediação financeira de 0,5% e a remuneração do agente repassador, negociada entre este e o beneficiário. O programa conta com participação máxima do BNDES de até 80% dos itens financiáveis. O prazo total está limitado a 72 meses, incluindo o prazo de carência de, no máximo, 18 meses. OESP Capa
Indústria global de biocombustíveis para de crescer
O crescimento da indústria de biocombustíveis cessou abruptamente, e a produção anual do ano passado caiu pela primeira vez em uma década devido a estreitas margens no Brasil e nos EUA, os maiores fornecedores no mundo. A produção mundial de biocombustíveis caiu para 1,819 milhão de barris por dia, ante 1,822 milhão de barris por dia, em 2010. A queda encerra uma década de contínuo crescimento na produção de biocombustíveis, conforme dados da Agência Internacional de Energia (AIE). A rápida expansão da indústria de biocombustíveis, nos últimos 10 anos, tem sido controvertida, pois converte culturas alimentares, como óleo de milho, de palma, açúcar e trigo em combustíveis. Posições contrárias criticam a indústria por contribuir para o aumento dos preços das commodities agrícolas, uma acusação fortemente negada pelas empresas de biocombustíveis. A desaceleração coincide com um momento em que Washington põe fim a um incentivo tributário de 30 anos ao setor. No primeiro dia de 2012, o governo americano eliminou um crédito tributário que lhe custava cerca de US$ 6 bilhões e uma tarifa que ajudou a estimular o desenvolvimento da indústria doméstica de biocombustíveis. Analistas e executivos disseram que o declínio na produção terá ramificações importantes para mercados e produtores de commodities energéticas e alimentícias. A produção mundial de biocombustíveis tem a mesma dimensão que a produção petrolífera de alguns dos membros da Opep, tornando-se uma engrenagem crucial no fornecimento de energia do mundo, contribuindo para formar os preços do petróleo bruto. "Quanto menos biocombustível temos, mais gasolina necessitamos", disse Amrita Sen, analista de petróleo do Barclays Capital. O crescimento mais lento poderá aliviar as pressões sobre os preços dos alimentos, particularmente nos EUA, onde a indústria do etanol consome cerca de 40% do milho do país, e no Brasil, onde se consome cana-de-açúcar. Embora a queda na produção tenda a ser revertida neste ano, executivos e analistas acreditam que o crescimento da oferta nos próximos cinco anos será significativamente mais lento do que no passado. A desaceleração acontece num momento em que empresas brasileiras e americanas enfrentam estreitas margens por causa da alta do milho e da cana e devido a subinvestimentos. A China, que estava desenvolvendo uma grande indústria doméstica, reduziu seus objetivos iniciais devido a preocupações com a alta dos preços dos alimentos. As refinarias de petróleo, sob pressão de estreitas margens, poderão se beneficiar da menor produção de biocombustíveis e de maior demanda por gasolina e diesel, ao passo que empresas de biocombustíveis, como os grupos Poet (EUA) e Cosan (Brasil) poderão sofrer consequências. Financial Times, de Londres
Tetra Pak Brasil atinge recorde de produção
A Tetra Pak anunciou que bateu seu recorde de produção de embalagens em 2011, com a entrega de 12 bilhões de unidades no Brasil. O crescimento é de cerca de um bilhão de embalagens em relação a 2010. São quase 60 embalagens consumidas por brasileiro nesse ano. De acordo com Paulo Nigro, presidente da Tetra Pak Brasil, é um aumento de quase 10% em relação a 2010 e reflete o esforço da companhia em manter os investimentos mesmo durante o período da crise econômica mundial. Embalagem Marca
EUA debate uso de shale gás
A polêmica sobre a perfuração hidráulica (hydraulic fracturing) continua nos EUA. No momento, o impasse é causado pelas companhias energéticas que estão avançando para áreas altamente populosas, como no Texas. Verdadeiras batalhas judiciais estão sendo travadas para decidir quem pronunciará a última palavra sobre permitir ou não a perfuração próximo a áreas populosas. Essa situação é bem mais complexa do que parece, pois as cidades se posicionam contra as empresas produtoras de energia e, por outro lado, estão os governos estaduais almejando o crescimento da indústria local (e maior arrecadação). Com isso, uma pergunta precisa ser feita: quanta autoridade os municípios americanos devem ter sobre o uso de suas terras? Na Pensilvânia, por exemplo, está em andamento uma ação com intuito de limitar o direito de uma comunidade, para controlar onde as companhias privadas de energia podem operar. Os críticos afirmam que tal medida pode enfraquecer o zoneamento local, ou seja, a distribuição de terras e promover vantagem à indústria em troca de novas taxas. É claro que existe a necessidade urgente em monetizar os investimentos com essa nova fronteira energética, mas sem dúvida, será com uma grande apropriação de terras por parte da indústria. E a questão mais preocupante seria como realizar o monitoramento e a fiscalização eficiente dessas áreas, para que não se torne uma exploração agressiva dos recursos naturais e acarrete em riscos à saúde da população. Além dos riscos (ainda não comprovados) à saúde e à segurança dos cidadãos ocasionados pela fratura hidráulica, há também a dúvida sobre o comprometimento das empresas em pagar os royalties sobre o uso da terra. Percebe-se, então, que o cenário se mostra realmente complicado e, nesse momento, os americanos se deparam frente a uma encruzilhada. E as escolhas futuras necessitarão ser feitas utilizando o bom senso, mas também, se apoiando no desejo comum da maioria dos envolvidos, caso contrário, o estilo de vida dessas pessoas sofrerá fortes alterações. MaxiQuim
Basf investe em açúcar de celulose para fabricar plástico.
A Basf vai investir US$ 30 milhões numa nova empresa americana, que alega poder transformar celulose de origem vegetal em grandes quantidades de açúcar barato que pode ser usado para fabricar plásticos, de acordo com as duas empresas. A Renmatix, sediada em King of Prussia, na Pensilvânia, é uma de várias novas empresas que têm buscado substitutos baratos para combustíveis fósseis, a partir de produtos agrícolas não comestíveis, em meio a preocupações, nos últimos 10 anos, sobre a alta cotação do petróleo e as consequências do efeito estufa. A crise financeira diminuiu boa parte do interesse e do financiamento para esses empreendimentos. Os especialistas dizem que os Estados Unidos não devem conseguir atingir a determinação governamental de produzir pelo menos 60 bilhões de litros por ano de combustível de celulose, produzido a partir de sobras de plantas, até o prazo final em 2022. Mas a indústria química, que converte quantidades grandes de commodities cada vez mais caras como petróleo, gás natural e açúcar em plásticos, tinta e outros produtos, está se interessando mais por essas tecnologias nascentes. A Renmatix afirma que pode usar madeira dura para produzir quantidades substanciais de açúcar, que por sua vez pode ser usado para fabricar químicos como ácido acrílico, um dos componentes básicos do plástico. Mike Hamilton, diretor-presidente da Renmatix, disse numa entrevista ao The Wall Street Journal que a empresa planeja construir, até 2014, uma fábrica que produzirá açúcar suficientemente barato para concorrer com a produção brasileira à base de cana-de-açúcar, o padrão mundial da commodity. "Esse investimento reflete nossa fé no potencial enorme de crescimento dos produtos sustentáveis derivados de materiais renováveis", disse Josef R. Wuensch, diretor executivo da Basf Venture Capital. A Renmatix, que também recebeu investimento da firma de capital de risco Kleiner Perkins Caufield & Byers, do Vale do Silício, já tinha conseguido captar US$ 70 milhões. Monitor Mercantil
Dow mais que triplicou as patentes no mundo desde 2005.
"Primeiro vem a demanda, depois o produto", diz John Biggs, líder de pesquisa e desenvolvimento da Dow para a América Latina. A premissa pode parecer óbvia, mas muitas vezes não é desta forma que as empresas lidam com inovação. A Dow adotou esta visão há cerca de dois anos, quando passou a determinar que, em qualquer visita a um cliente, ao menos um pesquisador deveria estar junto, para identificar as reais necessidades das empresas. "Isso tornou as coisas mais rápidas e eficientes e fez atingirmos até 30 patentes por ano", conta Biggs. A iniciativa faz parte de uma política implementada pelo executivo para ter a área de pesquisa e desenvolvimento bem perto do restante da empresa. E o principal exemplo da estratégia de Biggs de aproximação entre pesquisa e executivos é o laboratório da Dow, em São Paulo. O espaço fica dentro do prédio da empresa, em plena Avenida das Nações Unidas, um dos endereços mais caros da cidade, onde ocupa um edifício inteiro. Ali, um dos sete andares é totalmente voltado para pesquisas. Fora do escritório ficaram só as máquinas muito grandes, que precisam estar próximas da fábrica de Jundiaí, no interior de SP, por conta da disponibilidade da matéria-prima. O espaço foi inaugurado em abril deste ano para desenvolver aplicações de plásticos que sejam sustentáveis e, ao todo, 120 pesquisadores trabalham nos dois laboratórios. Quando Biggs chegou ao país para estruturar a área, há cerca de cinco anos, eram 20 profissionais. A estratégia de aproximação dos cientistas com os clientes trouxe alguns resultados para as demandas do Brasil. Um exemplo é o lubrificante desenvolvido para as moendas da indústria de cana de açúcar. A substância, fruto da demanda de uma usina, é mais eficiente que o azeite utilizado antes, e também é biodegradável. "A safra de cana de 2011 foi a primeira em que o produto foi utilizado", conta Biggs. Outro produto desenvolvido no Brasil foi o chamado stand up pouch, aquela embalagem de plástico flexível, que fica em pé nas gôndolas, que é 100% reciclável. O produto é mais leve, mais barato e ocupa menos espaço em relação aos modelos convencionais de lata ou papelão. A criação do produto foi possível a partir do desenvolvimento de um polímero que é mais rígido na base e flexível nos outros pontos, também feito no Brasil. "Há aplicações muito específicas no Brasil, como estas, e agora o novo desafio é como a Dow vai participar do crescimento dos projetos de infraestrutura do país", diz Biggs. Para isso, é preciso vencer um obstáculo: encontrar engenheiros químicos com boa capacitação. O programa de trainee é utilizado para driblar essa dificuldade. Dos 50 contratados para 2012, 20 são engenheiros químicos e, ao final do programa, todos apresentam para a empresa um projeto de inovação voltado para qualquer uma das áreas da companhia. Ao todo, seis mil pessoas trabalham na área de pesquisa e desenvolvimento da Dow no mundo. Além do Brasil, a empresa tem laboratórios nos EUA, Europa e China, e investe cerca de US$ 1,6 bilhão por ano em inovação. "Isso acontece mesmo quando a receita apresenta queda, como em 2009, com a crise econômica", afirma Biggs. Somente na última década, a empresa registrou mais de 400 projetos de inovação em todo o mundo. Com isso, desde 2005, os registros de patentes mais que triplicaram globalmente. Segundo a empresa, os investimentos que vêm sendo feitos em megatendências de inovação representam US$ 350 bilhões em oportunidades de mercado. Em 2010, a Dow teve receita de cerca de US$ 54 bilhões, a maior parcela (US$ 11,5 bilhões) proveniente da divisão de plásticos. Brasil Econômico 22
Gás é o novo rei, declara Exxon
O gás natural vai substituir o carvão como principal combustível da geração de eletricidade nos Estados Unidos, até 2025, quando também se tornará a segunda fonte mais importante de combustível do mundo, graças à sua abundância e a busca por fontes de energia mais limpas, segundo a nova previsão de longo prazo da Exxon Mobil Corp. Uma usina de gás da XTO. A Exxon espera que o gás passe a ser a segunda principal fonte de energia na próxima década. O estudo, divulgado na ultima quinta-feira e acompanhado atentamente pelo mercado, prevê que a demanda mundial por energia vai crescer cerca de 30% até 2040, à medida que a população do planeta cresça de sete bilhões para nove bilhões. O gás natural deve substituir o carvão como segunda fonte mais importante de energia depois do petróleo e alimentará de tudo, de usinas elétricas a sistemas de calefação. Mas a Exxon afirmou também que o uso do carvão também vai crescer até 2025 no mundo inteiro, principalmente em países em desenvolvimento como China e Índia e na África, já que o crescimento econômico desses países emergentes será mais veloz. Mas depois disso, o uso da carvão vai entrar em declínio pela primeira vez na história, segundo o estudo, que a Exxon usa para auxiliar seu planejamento de longo prazo. Os principais fatores na queda prevista no uso do carvão serão a demanda crescente por combustíveis que produzam menos gases do efeito estufa e o declínio na população chinesa previsto para depois de 2030. O relatório diz que a demanda por energia hidrelétrica, uma fonte de energia crucial para o Brasil e muitos outros países latino-americanos, deve crescer 58% entre 2010 e 2040 — pouco menos que a demanda por gás natural, que verá um crescimento de 62%. Mas a participação da energia hidrelétrica no quadro total de consumo mundial ainda será modesta, de 3%. Na América Latina, a energia hidrelétrica ainda representará 9% da demanda total de energia e, o crescimento da produção de energia hidrelétrica será um pouco mais robusto para o período 2010-2040, de 68% mas bem abaixo dos 145% de crescimento do gás natural. A Exxon tem expandido seus negócios com gás natural nos últimos anos, como a aquisição da produtora americana de gás de xisto XTO Energy, por US$ 25 bilhões em 2010. Mas o relatório não é um exercício de relações públicas, disse Bil Colton, VP de planejamento estratégico empresarial da Exxon que supervisiona a produção dele. "Não tem a ver com o futuro que a Exxon gostaria de ver, mas o que ela acha que vai acontecer", disse Colton. "A última coisa que queremos é nos iludirmos sobre o futuro." Há décadas que a Exxon prepara previsões sobre a demanda mundial por energia, para ajudar a guiar seus muitos negócios no planejamento de longo prazo, mas só foi em 2004 que a petrolífera multinacional, sediada em Irving, Texas, decidiu publicá-lo. O relatório não prevê a produção energética ou preços. O relatório da Exxon está otimista em relação ao crescimento econômico mundial e a expansão da demanda por energia que o acompanhará, disse Colton, apesar dos problemas econômicos nos EUA e Europa. O crescimento da demanda energética dos países em desenvolvimento deve ser modesto nos próximos anos e pode até cair 2% de 2010 a 2040, graças em boa parte a melhorias na eficiência do uso, prevê a Exxon. Mas os países em desenvolvimento assistirão a um crescimento de 57% da demanda até 2040, com previsão de que o consumo de eletricidade deve crescer 80% num reflexo da melhoria no padrão de vida dos habitantes dessas nações, prevê o relatório. O relatório também prevê que os carros híbridos – que usam uma combinação de motor a gasolina e elétrico – sairão das margens do mercado entre 2030 e 2040 e ganharão proeminência, de cerca de 1% da frota atualmente para mais de 40% até 2040. The Wall Street Journal
Evonik produz madeira plástica a base de acrílico.
Evonik produz madeira plástica a base de acrílico. A madeira plástica ou WPC (wood plastic composite, na sigla em inglês) é um compósito que possui a finalidade de obter a aparência semelhante a madeira. Usualmente, a matriz é a resina PP ou PVC e o reforço são fibras de madeira. Agora a alemã Evonik anunciou que está desenvolvendo, em parceria com a também alemã Reifenhäuser, um WPC com a matriz de PMMA. Os perfis desse WPC estão sendo extrudados pela Reifenhäuser. A Evonik desenvolveu um PMMA sem cor e com modificadores de cor e aditivos de adesão, o que garantiu a ideal fusão entre o PMMA e as fibras celulósicas que compõem a madeira utilizada como reforço. A Evonik realizou ensaios e comprovou que o Plexiglas Wood, como é chamado o WPC de PMMA, possui módulo de flexão maior que os WPC, a base de PVC e de PP. O material deve ser lançado no mercado em 2012, após ser apresentado no Congresso de WPC que será realizado na Alemanha nos dias 13 e 14 de dezembro de 2011. Informe MaxiQuim 12/12/11
Alemã Basf quer metade do setor de tintas
A alemã Basf investirá R$ 180 milhões em ações de marketing em 2012, montante que deve contribuir para aumentar as vendas entre 7% e 8%, além de colocar a dona das marcas Suvinil e Glasurit rumo a uma escalada de market share, dos atuais 40% para 50% (em valor) até 2020. Considerada um recorde pela companhia, a projeção de vendas supera as estimativas da própria Associação Brasileira dos Fabricantes de Tintas (Abrafati) para o próximo ano, que é de um ponto porcentual acima do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Em 2011, a empresa deve alcançar um faturamento superior a 10% no mercado nacional de tintas imobiliárias. A Abrafati calcula uma alta entre 3% a 4% nas vendas do setor, enquanto a Basf espera fechar o ano com índices variando entre 5% a 6%. As reformas representam cerca de 85% da demanda e o restante é absorvido pelos imóveis novos. Na Basf, a marca Suvinil é responsável por 90% das vendas da empresa no mercado de tintas decorativas. A previsão é que a marca cresça entre 8% e 10% em 2012, puxada pelo aumento da renda, especialmente das classes emergentes. O investimento em tecnologia é o outro pilar de expansão da Basf. Inovações, como as variantes antibacterianas e tintas capazes de diminuir a quantidade de respingos, respondem hoje por cerca de 72% das vendas nos últimos cinco anos. A estratégia de marketing em desenvolvimento pela empresa contempla a realização de ações nos pontos de venda e de relacionamento com arquitetos e pintores. Maxpress 12/12/2011
Produção do setor recua, apesar de medidas de estímulo.
As medidas de estímulo à economia anunciadas pelo governo não foram suficientes para impedir a desaceleração da atividade em vários setores neste fim de ano. Indústrias químicas, montadoras de veículos, fabricantes de embalagens e segmento gráfico, por exemplo, decidiram reduzir a produção e já começam a refazer as projeções para 2012. Os fabricantes de artigos da linha branca são uma exceção importante nesse cenário. Eles esperam aumento na demanda a partir do primeiro trimestre de 2012, em virtude da decisão do governo de reduzir alíquotas do IPI. "Como as redes varejistas estão estocadas para o Natal, a expectativa é que o impacto das medidas nas vendas seja verificado a partir de janeiro", informa a Whirlpool, dona das marcas Cônsul e Brastemp. Com base nessa avaliação, a empresa já anunciou a contratação de 700 pessoas para a fábrica de Joinville, em Santa Catarina, e estuda ampliar as vagas na unidade de Rio Claro, em SP. No 1º trimestre de 2012, a Whirlpool prevê crescimento entre 10% e 15% em volume, comparado ao mesmo período deste ano. O otimismo do setor, entretanto, não é acompanhado pelos demais segmentos. A indústria química deve fechar o quarto trimestre em ritmo de desaceleração. "Estamos perdendo a competitividade por diversos fatores. O primeiro deles é o câmbio. O setor também está sendo atingido pelos importados. Além disso, os subsídios de outros países estão afetando as nossas empresas", afirmou Fernando Figueiredo, presidente-executivo da Abiquim. Segundo a entidade, o mês de outubro foi de desaceleração. A produção caiu 0,16% no mês, em relação a setembro, e as vendas internas tiveram recuo de 7,91% sobre o mesmo período. "A queda de outubro nos surpreendeu", afirmou Figueiredo. A expectativa do setor era crescer 10% em 2011, mas a expansão deverá ser de 7%. As montadoras de veículos, preocupadas com o avanço dos estoques, chegaram ao fim do ano com o pé no freio. De outubro a novembro, a produção recuou 9,3% na comparação com igual período de 2010, totalizando 540,1 mil unidades. As vendas no mercado interno caíram 11,4%, na mesma base de comparação. O setor começou a diminuir mais intensamente a atividade em setembro, após produzir mais de 300 mil veículos em julho e agosto. Boa parte das montadoras decidiu dar férias ou folgas, além de suspender horas extras, para normalizar o estoque. Neste mês, as tradicionais férias e folgas de fim de ano indicam que a produção não terá grande reação e as projeções de vendas e atividade mostram que o setor seguirá reduzindo o nível de carros parados nos pátios. O setor têxtil teve um ano de retração e perdas, em função da alta do preço do algodão, que pressionou os resultados na primeira metade do ano, mas já vê uma luz no fim do túnel. A fabricante de itens de cama, mesa e banho Teka, de Blumenau, pensa em suspender as férias coletivas programadas para o período entre o Natal e o Réveillon, por causa da retomada dos pedidos no último mês. "O quarto trimestre será melhor do que o terceiro, mas aquém de 2010", disse Marcello Stewers, VP da empresa. De acordo com ele, o volume faturado deverá empatar com o do ano passado, embora nos últimos meses o volume de pedidos tenha crescido em comparação com o ano passado. "O ano de 2011 foi um dos piores para o setor nos últimos tempos, mas o quarto trimestre está apresentando alguma recuperação."Valor On-line 12/12/11
Cadeia plástica teme desindustrialização com competitividade em queda.
A indústria brasileira de plásticos, composta por mais de 12 mil empresas principalmente de pequeno e médio porte, caminha para a desindustrialização. Para evitar a retração do setor responsável pela geração de quase 360 mil empregos, a Abiplast pede para que o governo e os fornecedores de matéria-prima atentem para a perda de competitividade das empresas. "O Brasil precisa repensar várias coisas para evitar um processo de desindustrialização", afirmou o presidente da entidade, José Ricardo Roriz Coelho. "O plástico é um produto intermediário para diversos setores. Por isso, se quisermos ter uma indústria competitiva, precisamos de uma cadeia plástica forte", completou o executivo, ontem. A preocupação levantada por Roriz é sustentada pelo fraco desempenho da indústria plástica nos últimos anos e, principalmente, em 2011. A despeito da perspectiva de que a economia brasileira possa crescer ao redor de 3%, a produção física de transformados plásticos deve encolher 1,5%, para aproximadamente 5,9 milhões de toneladas. No ano que vem, o setor deve voltar a crescer. A alta prevista de 2%, entretanto, será suficiente apenas para que o ritmo de produção em 2012, volte aos níveis registrados no ano passado. A maior ameaça à indústria nacional é o produto importado. Apenas no ano passado, as compras externas de itens plásticos cresceram 20% em relação a 2010, para US$ 3,39 bilhões (preço FOB). Para o ano que vem, as estimativas da Abiplast indicam expansão de aproximadamente 15% nas importações. Com isso, o crescente déficit comercial do setor, que dobrou entre 2008 e 2011 para US$ 1,89 bilhão, deve manter a trajetória de expansão. Isso porque as projeções da Abiplast para 2012 indicam exportação praticamente no mesmo nível deste ano, ao redor de US$ 1,5 bilhão. Na comparação com o ano passado, o ritmo de vendas externas teve alta de apenas 2%. "A demanda brasileira está em expansão, mas quem está capturando esse crescimento é o produto importado", destacou Roriz, após lembrar que a demanda doméstica por itens plásticos continua em elevação, ao contrário das atividades na indústria nacional. A principal razão para a perda de competitividade da indústria nacional, segundo Roriz, é o elevado custo das resinas termoplásticas, matéria-prima que responde por 60% a 70% dos custos da indústria plástica. Segundo estudos da Abiplast, o preço do polipropileno (uma das principais resinas do setor) vendido na Ásia para transformadores locais chega a ser quase 30% inferior ao valor praticado no Brasil. A diferença entre brasileiros e norte-americanos, por sua vez, é favorável aos estrangeiros em mais de 10%, o que permite ao produto importado ser competitivo apesar do custo com transporte. O preço mais atrativo no mercado externo tem estimulado os transformadores a importar resinas. Com isso, a participação do produto estrangeiro neste mercado já supera os 30%. "Nenhum transformador deseja importar. O que leva à importação é a concorrência enorme do transformado plástico importado e o elevado nível dos preços no Brasil", justificou o executivo, que ainda citou a carga tributária e os entraves logísticas do País como alguns dos causadores da menor competitividade da indústria nacional. Diante do cenário adverso, cresce na cadeia a migração de pequenas e médias empresas da atividade industrial para a comercial. Ao invés de produzir o transformado plástico, empresas estão comprando o produto acabado no exterior e distribuindo no Brasil. Esse processo, segundo Roriz, é uma das explicações para a geração de quase 10 mil empregos na indústria de transformação de material plástico ao longo de 2011, ano marcado pela queda no ritmo de produção. "Falamos de uma ampliação na área comercial das empresas", ponderou. O enfraquecimento da indústria, complementa Roriz, pode ter efeito multiplicador principalmente em regiões mais distantes dos grandes centros, onde o consumo de transformados plásticos movimenta menores volumes. Com mais de 12 mil empresas e ampla distribuição geográfica, a cadeia nacional abastece diretamente desde grandes mercados até pequenos fornecedores de serviço, como padarias e locadoras, que utilizam sacolas ou outros materiais plásticos. Um eventual fechamento de fábrica de peças plásticas, dessa forma, poderia afetar diretamente os negócios dessas pequenas empresas. Reuters

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