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Existem 727 notícias no Jornal on-line.
Elekeiroz compra tecnologia e faz aposta em bioquímica
A Elekeiroz, fabricante de intermediários químicos, plastificantes, resinas termofixas e ácido sulfúrico controlada pela holding Itaúsa, comprou o direito exclusivo de exploração na América Latina de uma tecnologia de produção de butanol que pode utilizar tanto gás natural quanto biomassa como matéria-prima, em um investimento que pode marcar o retorno da companhia à produção desse tipo de álcool, a partir de fontes renováveis. A aquisição, cujo valor não foi divulgado, foi fechada com a empresa americana de biotecnologia Coskata, que já contabiliza dois anos de produção em escala pré-industrial a partir dessa tecnologia nos EUA. Única produtora de butanol da América do Sul e com receita líquida de R$ 900 milhões em 2013, a Elekeiroz utiliza atualmente a rota petroquímica convencional, que tem o propeno ou o gás natural como principais matérias-primas. O butanol é usado para a produção de acrilato de butila, que, por sua vez, é utilizado na fabricação de tintas acrílicas. Entre os anos 60 e 90, a companhia chegou a produzir butanol a partir de uma fonte renovável, o etanol de cana-de-açúcar, em Igarassu, no Estado de Pernambuco. O elevado custo de produção, porém, diante do alto consumo energético e da dependência de uma única matéria-prima, tornou a operação inviável e a Elekeiroz abandonou o processo. Com a tecnologia da Coskata, disse o presidente da Elekeiroz, Marcos de Marchi, o custo de produção a partir de gás natural ou de biomassa via processo bioquímico, mostra-se novamente competitivo. "O rendimento das matérias-primas é alto, perto de 95%, o consumo de energia é mediano, há alta flexibilidade de matérias-primas e o processo ainda absorve gás carbônico", enumerou o executivo. "Trata-se de uma tecnologia flex em termos de matéria-prima". A nova tecnologia prevê a utilização de uma bactéria que é encontrada na natureza e transforma o chamado gás de síntese em butanol (75%) e etanol (25%). Conforme Marchi, o fato de a Elekeiroz já contar com uma unidade de gás de síntese (ou gás-oxo) em Camaçari - comprada da Air Products Brasil no fim do ano passado - pode determinar que, numa primeira etapa, a produção de butanol por meio da nova tecnologia se dê a partir de gás natural e não biomassa. "Vamos avaliar os dois, mas o primeiro foco é dominar a tecnologia de transformação do gás de síntese em butanol", ressaltou. Neste momento, a Elekeiroz está desenvolvendo um trabalho em conjunto com a Coskata em Warrenville, nos Estados Unidos, que vai fornecer os parâmetros para o projeto de engenharia da fábrica que levará a nova tecnologia. Somente ao fim dessa etapa, o valor do investimento industrial deve ser definido. Anualmente, segundo Marchi, o Brasil consome cerca de 60 mil toneladas por ano de butanol, demanda que deve alcançar 80 mil toneladas por ano a partir de 2015, com a inauguração do Complexo Acrílico em Camaçari, onde a Elekeiroz opera um complexo industrial. Até o fim da década, a previsão é a de que o consumo de butanol se aproxime de 100 mil toneladas anuais. O etanol que será obtido como subproduto também deverá ser comercializado pela companhia. A Elekeiroz opera também um complexo industrial em Várzea Paulista (SP) e tem capacidade de produção instalada total, considerando-se o complexo baiano, de 500 mil toneladas por ano de diferentes produtos químicos de segunda e terceira geração. Com a aquisição dos ativos de produção de gás-oxo da Air Products, lembrou Marchi, a companhia integrou verticalmente a produção de butanol em Camaçari. - 16/09/14 - Valor
Nova parceria da Tetra Pak
A fabricante de embalagens Tetra Pak firmou parceria com as empresas Kingfisher e Ikea, para promover os benefícios da utilização de madeira legal, produzida de forma sustentável, e divulgar a certificação do Forest Stewardship Council (FSC, Conselho de Manejo Florestal). A iniciativa de dois anos pretende desenvolver uma metodologia para analisar o impacto da certificação FSC e identificar o valor produzido pela utilização da madeira e do papel certificado. O aprendizado será compartilhado com outros sistemas de certificação, informou aTetra Pak. 16/09/14 - DCI ONLINE
MP do Álcool corre contra o tempo para ser votada no Senado
MP do Álcool corre contra o tempo para ser votada no Senado A MP do Álcool (613/13), cujo parecer deve ser votado pelo Senado nesta terça-feira, corre contra o tempo no Congresso para ser aprovada e manter a desoneração do PIS/Pasep e da Cofins a produtores e importadores de etanol sobre volume presumido de venda do biocombustível ao mercado interno. A medida expira em 4 de setembro e vários fatores já atrapalharam seu andamento nos trâmites legislativos. A diretora-presidente da Unica, Elizabeth Farina, acredita que a medida deve ser aprovada no Congresso, apesar do prazo. Segundo a executiva, pelo fato de ser um projeto elaborado em conjunto entre produtores, distribuidores, fornecedores e governo, e com aval da presidente Dilma, a MP tem forças para ultrapassar as burocracias do legislativo. A medida foi criada com o intuito de restabelecer a competitividade entre o etanol e a gasolina nas bombas, de acordo com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, já que o biocombustível vinha perdendo espaço nas vendas. Além disso, a MP também tem valor revogatório, ao anular efeito de decreto que concentrava em cima dos produtores todo o recolhimento das tributações referidas. Por isso mesmo, a hipótese de a MP caducar representa um prejuízo duplo para o setor produtivo, pois restabeleceria o cenário anterior de uma alíquota de R$ 0,12 por litro de etanol, em vez da tributação dividida. Isso afetaria a rentabilidade das usinas, que já não vivem um bom momento por conta do baixo preço do açúcar no mercado internacional, que culminou numa safra mais alcooleira. Uma possível perda financeira dos produtores com a rejeição da medida não traria consequências imediatas para as bombas de combustível, mas viria acompanhada de prejuízo institucional, com a mudança das “regras do jogo” após definições estratégicas e econômicas terem sido tomadas sob a ótica da desoneração. Além disso, haveria impactos secundários ao segmento, como menor geração de empregos ligados ao setor. Sob o cenário da desoneração, o etanol voltou a ser competitivo para boa parte do mercado consumidor, segundo dados da ANP. Além disso, o aumento da porcentagem do biocombustível na mistura com a gasolina também impulsionou sua comercialização. Com uma safra atual melhor que em anos recentes, a expectativa é que o etanol mantenha a projeção de preços competitivos ao consumidor.Energia Hoje 20/08/13
Eastman anuncia copoliéster que agrega valor a dispositivos médicos
Nos dias 27 e 28 de agosto, a Eastman Chemical Company - empresa de especialidades químicas -, participa da Feira MD&M Brazil 2013 (Medical Device and Manufacturing), no Transamérica Expo Center, em São Paulo. No evento, que tem como foco apresentar as novidades em tecnologia para a indústria médica e odontológica, a Eastman exibirá a esse mercado o seu copoliéster Tritan™ e aproveitará para trazer ao Brasil o responsável pela área de plásticos especiais para o mercado médico da empresa, Emmett O’Brian. O grande destaque da participação da Eastman no evento será a palestra de Emmett O’Brian, cujo tema é “Tendências em materiais para aparatos médicos e introdução a novos copoliésteres”. A idéia desta apresentação é abordar o vasto universo do uso de copoliésteres na indústria médica, principalmente diante das mudanças nessa indústria, introduzindo o copoliéster Tritan™da Eastman. Recém introduzido no mercado médico, esse copoliéster gerou interesse por conta de algumas propriedades como transparência, tenacidade, resistência química, além de ser livre de BPA (Bisphenol-A). A apresentação se destina aos designers e engenheiros, já que ajuda esse público quanto à escolha do polímero adequado para alguma aplicação médica. Além disso, também estão entre as abordagens que O’Brian fará durante sua palestra: as últimas informações sobre tendências e drivers e como isso afeta os dispositivos médicos; mais informações sobre os importantes critérios de qualidade desse segmento; aplicações em potencial; e como os proprietários de marca podem se diferenciar usando matérias primas como o copoliéster Tritan™ da Eastman. Emmett O’Brian é bacharel e também PhD em Engenharia Química pela Virginia Tech. O executivo da Eastman também ocupou uma posição no Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia (NIST), onde focou nos estudos de polímeros e durabilidade adesiva. A Eastman é uma empresa de especialidades químicas que produz uma ampla gama de materiais avançados que são encontradas em produtos utilizados no dia a dia. Como líder mundial nos diversos mercados onde atua, a Eastman é focada em entregar soluções inovadoras e tecnológicas ao mesmo tempo em que mantém seu compromisso com a segurança e a sustentabilidade. Atendendo clientes em aproximadamente 100 países, a Eastman teve uma receita combinada em 2012, após a aquisição da Solutia, de cerca de US$9,1 bilhões. A empresa tem sua sede em Kingsport, no Tennessee – e, com a conclusão da compra da Solutia, emprega atualmente 14.000 pessoas no mundo todo.Portal Nacional do Seguro 20/08/13
MP pede à Petrobras documentos referentes a 4 negócios
O Ministério Público (MP) junto ao TCU pediu à Petrobras documentos referentes a quatro negócios com suspeitas de irregularidades na estatal. O procurador Marinus Marsico investigará, por exemplo, possíveis danos aos cofres públicos. Em ofício encaminhado à presidente da Petrobras, Graça Foster, foi requerida documentação referente à compra da Refinaria de Pasadena (Texas), a um contrato internacional com a Odebrecht para serviços em segurança e meio ambiente, à venda da Refinaria de San Lorenzo (Argentina) e ao contrato com a Vantage Drilling Company relativa ao aluguel do navio-sonda Titanium Explorer. Sobre Pasadena, comprada por US$ 1,18 bilhão, foram pedidas as atas e gravações das reuniões da companhia em que houve deliberação sobre a aquisição e decisões de investimento. Demonstrações financeiras da Petrobras Americas e da refinaria também foram demandadas. Marsico já investigava este caso. Ele enviou em fevereiro representação ao TCU com indícios de danos aos cofres públicos, gestão temerária e ato/gestão antieconômica. Estende agora a investigação a outros contratos, podendo ampliar o processo já existente ou abrir novos. No caso do contrato com a Odebrecht, também foram solicitadas as atas e gravações de reuniões deliberativas, além do relatório de auditoria interna que subsidiou a revisão dos valores pactuados. A Petrobras reduziu em fevereiro o contrato de US$ 825 milhões a US$ 481 milhões após irregularidades apontadas por auditoria interna da companhia, de acordo com o que informou o Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, em junho. Além disso, o MP pediu os contratos referentes à venda da Refinaria de San Lorenzo, na Argentina; e contrato de aluguel com a Vantage Drilling Company relativo ao aluguel do navio-sonda Titanium Explorer. Esses dois últimos casos foram citados pelo ex-funcionário da Petrobras João Augusto Henriques como suspeitos de desvio de recursos, segundo entrevista à revista Época. O ofício é datado de quinta-feira, 15, e o prazo para atendimento é de dez dias a contar do recebimento.Agestado 20/08/13
Refinaria em PE pode custar R$ 1 bi a mais
As quatro gigantes nacionais da construção pediram novos aditivos contratuais à Petrobras para executar as obras da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, que tem inauguração prevista para o fim de 2014. Os pedidos somam aproximadamente R$ 1 bilhão, conforme detectou o TCU em auditoria recente nas obras. Eles foram encaminhados por Odebrecht, Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez e Queiroz Galvão. A Petrobras informou que já fez, neste ano, novos acréscimos aos valores pactuados nos contratos. Sem entrar em detalhes, a estatal argumentou que os aditivos "são resultado de análises técnicas de engenharia em busca de melhorias na eficiência da execução da obra e são encaminhados para o TCU para conhecimento, com total transparência". Quando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou o projeto da refinaria, em 2005, ela tinha orçamento estimado em cerca de US$ 2,5 bilhões. A previsão de investimentos subiu quase sete vezes e chega a R$ 35,8 bilhões, segundo o último relatório quadrimestral do PAC. O encarecimento do projeto, entretanto, parece não ter mais fim. Em auditoria no primeiro semestre, com conclusões recém-divulgadas, o TCU investigou quatro contratos que totalizam R$ 12 bilhões. Eles se referem a grandes obras da refinaria e poderão se tornar "ainda mais onerosos" à Petrobras, segundo o tribunal de contas. O nível de execução física desses contratos está adiantado - entre 56% e 83%. Um dos pontos considerados "graves" pelo TCU é a situação da unidade de coqueamento retardado, objeto de um contrato com a Camargo Corrêa, no valor original de R$ 3,4 bilhões. Os auditores identificaram um pedido de aumentá-lo em R$ 600 milhões. Apesar dos problemas encontrados, não houve recomendação de bloqueio dos pagamentos à construtora pela estatal, sob a alegação de que isso poderia comprometer o cronograma de entrada em funcionamento da refinaria. O órgão de fiscalização apontou uma sequência de trapalhadas no empreendimento. A começar por uma avalanche de deficiências no projeto básico da refinaria. A resistência do terreno onde está sendo construída a refinaria foi menor do que a indicada no projeto básico, com grande ocorrência de solos moles e excesso de umidade, segundo os auditores. Com isso, a quantidade de estacas de fundação e de estruturas metálicas foi aumentada. A análise do TCU contemplou um contrato de R$ 4,6 bilhões com a Odebrecht, o maior deles, para a construção da unidade de destilação atmosférica e da unidade de hidrotratamento de diesel. Abrangeu ainda um contrato para a instalação de tubovias, com a Queiroz Galvão, no valor de R$ 2,7 bilhões; e outro com a Andrade Gutierrez, para as dutovias, no valor de R$ 659 milhões. De acordo com o ministro Benjamin Zymler, relator do processo no tribunal, erros na caracterização do solo elevaram em 568% a quantidade de estacas usadas nas tubovias, por exemplo. Até agora, a soma dos erros de projeto nos quatro contratos gerou aditivos de R$ 943 nos valores originalmente pactuados. Questionada sobre as razões da explosão nos custos da refinaria, a Petrobras argumentou que as projeções feitas em 2005 "referiam-se a um projeto em fase inicial de avaliação, cujo grau de definição permitia apenas estimativas preliminares em relação a custos de infraestrutura, demandas ambientais, integração entre unidades e extramuros". "O maior grau de definição e detalhamento, incorporado a fatores como otimização de escopo, ajustes cambiais e aquecimento de mercado, entre outros, fez com que o valor do investimento tivesse um incremento com a evolução do projeto." A Refinaria Abreu e Lima, com capacidade para processar até 230 mil barris por dia de petróleo quando estiver totalmente pronta, terá quatro produtos principais: óleo diesel, nafta, coque e GLP. A inauguração da primeira fase será em novembro de 2014; a segunda está prevista para maio de 2015.Valor 29/07
Petrobras, Vale e Oi vendem ativos para gerar caixa e superar crise
Com endividamento elevado e um plano de investimento robusto pela frente, três das maiores empresas brasileiras de infraestrutura — Petrobras, Vale e Oi — estão seguindo a mesma receita: venda de ativos. Afetadas pela desaceleração global e pela desvalorização do real, cada uma à sua maneira, elas vêm apertando os cintos para aumentar receitas enquanto veem seu valor de mercado despencar. Este ano, as três gigantes já perderam R$ 100 bilhões na Bovespa. Nas próximas semanas, quando divulgam resultados do 2º trimestre, as companhias seguem no radar dos investidores. A previsão é de quedas nos lucros. A lista de ativos vendidos — para fazer caixa e focar no prioritário — é extensa. Nos últimos meses, a Petrobras se desfez de metade de seu portfólio na África, além de campos no Golfo do México e no Brasil. Tenta ainda vender ativos na Argentina e no Japão. A Vale desistiu de um projeto na Argentina e passou à frente minas na Colômbia, enquanto prepara a venda de sua participação em uma produtora de bauxita e busca sócios para sua empresa de logística. A Oi já passou o direito de uso de mais de 6 mil torres pelo país este ano e acaba de vender sua rede de cabos submarinos. Juntas, as empresas arrecadaram até agora pelo menos R$ 11 bilhões. Há um problema generalizado de caixa por causa de uma menor demanda por commodities e serviços. Muitas empresas no Brasil passam por esse momento. É reflexo da crise global e do baixo crescimento do país. A saída é vender ativos que não geram valor e fazer caixa. A dúvida é saber se as vendas estão sendo feitas pelo preço ideal — diz Istvan Kasznar, economista da Ebape da Fundação Getulio Vargas. Segundo Luis Gustavo Pereira, estrategista da corretora Futura, o desempenho das empresas está diretamente ligado à atividade econômica: — É um momento frágil, pois elas têm de preservar caixa e fazer investimentos cruciais para sua sobrevivência. As empresas vêm reduzindo custos — só a Petrobras tem plano de cortar R$ 4 bilhões em 2013. Alexandre Espírito Santo, professor de economia do Ibmec-RJ, lembra que as perspectivas são desafiadoras: a Petrobras sofre com as paradas programadas das plataformas e não consegue repassar ao preço da gasolina no Brasil os valores que paga no exterior. Por isso, para evitar prejuízo no trimestre, mudou sua contabilidade, permitindo também o reajuste dos ativos em dólar.OG 28/07
Procon diz que supermercado deve dar alternativa gratuita às sacolas.
A Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP) divulgou, ontem, nota, afirmando que os supermercados são obrigados a oferecer uma alternativa gratuita para os consumidores levarem suas compras para casa sem transtornos. Segundo a nota, na ausência de tal alternativa, os supermercados terão de fornecer as sacolas biodegradáveis gratuitamente. "... Os estabelecimentos devem oferecer uma alternativa gratuita para que os consumidores possam finalizar sua compra de forma adequada...", diz um trecho da nota, que continua: "É importante destacar que, na ausência de opção gratuita para que o consumidor possa concluir sua compra, fluindo de maneira adequada o serviço, o estabelecimento deverá fornecer gratuitamente a sacola biodegradável, respeitando assim os ditames do Código de Defesa do Consumidor (CDC)". A medida, segundo o Procon, deve ser adotada "pelo tempo necessário à desagregação natural do hábito de consumo". O 'hábito de consumo' é a distribuição gratuita de sacolas de plástico, que era feita há mais de 40 anos pelos supermercados. O Código de Defesa do Consumidor diz no artigo 39 que é vedado ao fornecedor de serviços e produtos "recusar atendimento às demandas dos consumidores, na exata medida de suas disponibilidades de estoque, e ainda, de conformidade com os usos e costumes". Agestado
Para Idec, faltou informação sobre fim das sacolinhas
A partir de agora, o consumidor vai ter de adicionar um item à sua trivial comprinha de supermercado: além do cartão de crédito e da lista de compras, terá de levar de casa recipientes para substituir as famigeradas sacolas plásticas. O acordo que deve banir a sacola plástica de quase 90% das redes foi assinado entre a Associação Brasileira de Supermercados (Apas) e o governo do Estado de São Paulo em maio de 2011. "É louvável que a Apas tenha tomado a iniciativa, mas o Idec entende que não ocorreu o processo de conscientização e informação necessário para que o consumidor cumpra sua parte", opina Lisa Gunn, coordenadora executiva do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec). Segundo a coordenadora, a ideia de responsabilidade compartilhada - que norteia a Política Nacional dos Resíduos Sólidos (PNRS) - inclui a construção de soluções de forma também compartilhada, o que não ocorreu, pois o consumidor não foi incluído no processo. "O consumidor está cheio de dúvidas. Desde as mais simples, como se deve ou não embalar detergente junto com comida, até questionamentos sobre o valor das sacolas biodegradáveis, que serão fornecidas a R$ 0,19. De onde vem esse valor? Quanto custava a outra sacola, cujo valor estava embutido nos produtos? Esse valor de R$ 0,19 vai subsidiar a compra das sacolas reutilizáveis? Nada disso foi explicado", afirma ela. De acordo com o diretor de sustentabilidade da Apas, João Sanzovo, pode acontecer de algumas pessoas não quererem aderir à campanha. "Pode ocorrer, mas, pela experiência que tivemos em Jundiaí, é uma minoria, que não quer sair de sua zona de conforto. Mas, de fato, algumas pessoas vão precisar de ajuda e informação para abandonar a cultura do descarte." Entre as opções que o consumidor terá nos pontos de venda estão as sacolas de algodão, de PET, de ráfia e de polipropileno (todas reutilizáveis), além dos carrinhos de feira (de tecido ou comuns). Mas os especialistas dizem que o melhor é trazer sacolas de casa, pare evitar a compra desnecessária. "Essa ideia de ter de comprar sacola não corresponde bem à realidade. Todo mundo tem em casa suas sacolas guardadas. Até mesmo aquelas bolsas de palha que se usa para ir à praia podem ser usadas para compras. Ele só vai ter de comprar se esquecer. E se comprar, será uma vez só", diz a gerente de consumo sustentável do Ministério do Meio Ambiente, Fernanda Daltro. Sanzovo, da Apas, diz que há uma hierarquia para as opções. "A primeira providência é trazer de casa. Se não trouxer, o caixa vai oferecer a biocompostável. Se ele não quiser comprar, a loja oferecerá caixa de papelão. Não vamos deixar ninguém sair da loja com sem embalagem." A Plastivida divulgou anúncio no intervalo do Jornal Nacional, da Rede Globo. "Queríamos informar a população de que ela tem o direito de exigir a sacola e que os supermercados estão desobedecendo a uma ordem do Tribunal de Justiça de São Paulo, que julgou inconstitucional a lei paulista das sacolinhas", disse o presidente da entidade, Miguel Bahienese. OESP B6W1 25/01
Kodak reestrutura negócios e ações disparam 30% em NY
A Eastman Kodak Co. anunciou, ontem, uma nova estrutura de negócios em meio à tentativa de se consolidar como uma companhia digital e afastar as dificuldades financeiras. Às 14h22, horário de Brasília, as ações apresentavam alta de 29,9%, para US$ 0,52. A companhia focará os esforços em apenas dois segmentos de negócios. Phillip Faraci ficará à frente da divisão comercial e Laura Quatela será a cabeça do setor de consumo. Os dois executivos terão os cargos de vice-presidente e vice-presidente operacional e se reportarão ao presidente do Conselho e presidente-executivo, Antonio Perez. Sob a nova estrutura de negócios, efetivada no começo deste ano, os segmentos comercial e de consumo estão absorvendo os negócios que agora pertencem aos grupos de Filme, Finalização e Entretenimento. Esse grupo está sendo desativado e quem está à frente dele irá para o novo segmento comercial. O segmento comercial incluirá o grupo de comunicações gráficas e também ficará com os negócios de entretenimento e filmes comerciais. O negócio de consumo englobará o grupo de imagens digitais e os negócios da antiga unidade de filme e finalização, incluindo negócios como papel e propriedade intelectual. A Kodak disse que fará mudanças nos balanços financeiros a partir do primeiro trimestre. A notícia vem à tona enquanto a companhia tenta resolver a crise de liquidez gerando caixa por meio de novos financiamentos e vendas de ativos. A Kodak vem tentando novos financiamentos para continuar operacional, já que continua perdendo dinheiro em seus novos negócios. Além de tentar captar recursos através de dívida, a empresa contratou a Lazard em julho para vender uma carteira de patentes, que daria o dinheiro de que precisa. A companhia contratou a FTI Consulting para ajudá-la na reestruturação e também chamou advogados especializados nesse tipo de operação. A fabricante está sob pressão pública desde setembro, quando sacou dinheiro de uma linha de crédito, preocupando investidores quanto aos níveis de liquidez. A companhia perdeu três membros do Conselho no fim de dezembro. Na semana passada, alertou aos investidores que poderia deixar a Bolsa de Nova York se não aumentar o preço das ações em seis meses. OG Online
Guerra de cremes dentais eleva vendas
A venda de cremes dentais rompeu a estagnação e cresceu 2,9% em volume e 1,7% em valor em 2011, segundo dados da consultoria Nielsen apurados até outubro. O avanço, para um produto que já é comprado pelo menos uma vez ao ano por todas as famílias brasileiras, foi puxado por um movimento da concorrência. Mais nova nesse mercado, com Oral B, a Procter & Gamble (P&G) reforçou a venda de pacotes promocionais ao longo do ano, no que foi seguida pela líder Colgate-Palmolive, dona das marcas Colgate e Sorriso. O preço médio da categoria caiu 1,2%, descontada a inflação. Em 2009 e 2010 o mercado de cremes dentais ficou estagnado, com R$ 1,65 milhão em valor de vendas, segundo a Nielsen. O Brasil é o terceiro maior mercado do mundo para o item em valor, atrás apenas de Estados Unidos e China, de acordo com a consultoria internacional Euromonitor. A Colgate-Palmolive permanece como líder absoluta. Fechou 2010 com 69% de participação, seguida de Unilever, dona da Close Up, com 19%, e da P&G, com 5%. Dois anos depois de ter estendido a marca Oral B para cremes dentais, a P&G despertou o mercado e acirrou a disputa por clientes. "O reflexo foi maior em 2011, quando as promoções passaram a ter volume muito significativo. Hoje, elas são praticamente obrigatórias para qualquer player nesse mercado", diz o analista de mercado da Nielsen, Arthur Oliveira. Antes da entrada da P&G, as promoções eram menos comuns e ocorriam dentro da própria categoria. Oral B levou às gôndolas os pacotes em que o creme dental é brinde na compra da escova. Diante do poder de fogo da P&G, a líder no Brasil também passou a fazer descontos na venda combinada. No mundo, a P&G somou cinco vezes o faturamento da Colgate-Palmolive no terceiro trimestre de 2011 e tem focado esforços no mercado brasileiro. Até outubro 17% dos cremes dentais comprados no país faziam parte de uma embalagem promocional, segundo a Nielsen. Em 2010, quando esses pacotes já começavam a ganhar volume no mercado, o índice era de 14%. "Todo o volume adicional comprado em 2011 veio de embalagens promocionais", diz Oliveira. A Euromonitor ainda não tem dados de participação de mercado para 2011, mas a P&G afirma ter crescido 195% em valor de janeiro a novembro de 2011, na comparação com o mesmo período de 2010. Para fugir da guerra de preços, que comprime as margens, as fabricantes têm procurado adicionar atributos ao creme dental, com lançamentos em geral mais caros do que o creme básico. No segundo semestre, a Colgate-Palmolive lançou um creme que promete dentes mais brancos em uma semana. A Oral B lançou dois novos itens, que prometem prevenção de gengivite e proteção para dentes sensíveis. A Close Up agregou ao portfólio um produto que promete proteção duradoura contra o mau hálito. Sem participação expressiva no mercado, a Glaxosmithkline, mais focada no mercado de dentes sensíveis, reforça o portfólio em março, com uma promessa de estímulo à regeneração óssea. Segundo a consultoria Kantar Worldpanel, 90,4% dos usuários do creme sem benefício ainda mantêm exclusividade ou lealdade a ele, mas cresce a experimentação na categoria. "Os consumidores estão dispostos a pagar um pouco mais pelos cremes com benefício claro", diz a diretora comercial da Kantar, Christine Pereira.Valor B5
BNDES cria programa para estimular produção de etanol
O BNDES criou um novo programa para incentivar a produção de cana-de-açúcar por meio de financiamentos à renovação dos canaviais antigos e à ampliação da área plantada. O BNDES Prorenova tem orçamento de R$ 4 bilhões, com vigência até 31 de dezembro deste ano, e, segundo o banco, espera-se que os recursos possam financiar a renovação ou ampliação de mais de 1 milhão de hectares de cana-de-açúcar. Com o aumento da disponibilidade de matéria-prima, a expectativa é que a produção de etanol aumente de 2 a 4 bilhões de litros entre 2013 e 2014, o que representaria um crescimento de mais de 10%, em relação à safra atual. As operações do BNDES Prorenova serão indiretas e, para as empresas com receita operacional bruta igual ou superior a R$ 90 milhões, a taxa de juros é composta de TJLP, atualmente em 6% ao ano, mais 1,3% de remuneração básica do BNDES. Há ainda a taxa de intermediação financeira de 0,5% e a remuneração do agente repassador, negociada entre este e o beneficiário. O programa conta com participação máxima do BNDES de até 80% dos itens financiáveis. O prazo total está limitado a 72 meses, incluindo o prazo de carência de, no máximo, 18 meses. OESP Capa

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